O efeito Dunning-Kruger – extrema autoconfiança e falta de autorreflexão

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“O tolo pensa que é sábio, mas o homem sábio se reconhece um tolo”

– William Shakespeare

“O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria”

– A Biblia – Eclesiastes 7:4

“Quanto mais eu aprendo, mais eu percebo o quanto eu não sei.”

– Albert Einstein

Como é evidente das citações acima, a percepção dessa distorção cognitava não é exatamente uma ideia nova.

Em 1999, Justin Kruger e David Dunning da universidade Cornell apresentaram os resultados de uma série de experimentos realizados por eles.

Dunning e Kruger propuseram que, para uma dada habilidade, pessoas incompetentes

1. tendem a superestimar seu próprio nível de habilidade;
2. não reconhecem habilidade genuína em outros;
3. deixam de reconhecer quão extrema é sua inadequação;
4. reconhecem e aceitam a sua própria falta de habilidade anterior, se forem expostos à formação para essa habilidade.

Enquanto isso, as pessoas com verdadeira capacidade tendem a subestimar sua competência relativa.

Acho especialmente interessante a superioridade illusória mencionada no número 2. Tenho percebido isso com uma certa frequência. A falta de reconhecimento da habilidade de outros muitas vezes se apresenta com uma arrogância, julgando algo que sequer tem noção. Sem opinar sobre astrologia, uma famosa anedota envolvendo Isaac Newton pode exemplificar isso: quando o astrônomo Edmond Halley (1656-1742), de extrema fama, uma vez falou depreciativamente sobre o tema da astrologia, Newton se diz ter censurado-o com a observação: “Sir Halley, tenho estudado o assunto, você não!”

Este tipo de autoconfiança excessiva é visto frequentemente nos jovens, talvez porque eles geralmente sofreram pouco fracasso ainda. Isso não significa que “pessoas maduras” não podem sofrer deste sintoma, mas a capacidade de refletir e compreender a si mesmo geralmente cresce à medida que avançamos na vida.

Uma coisa é certa: para ter êxito em qualquer empreendimento é preciso ter o conhecimento e as habilidades necessários. O Banco Mental é uma ótima ferramenta para perseguir seus objetivos.

O Banco Mental – uma nova ferramenta para profissionais da saúde, terapeutas e coaches

ChangeUma pessoa pode querer ou precisar mudar algo na sua vida no nível consciente, mas no nível subconsciente ela está bloqueada e não consegue. O Banco Mental é uma ferramenta simples para implementar e usar pelo paciente ou cliente para alterar padrões subconscientes de comportamento. O processo Banco Mental pode ser usado como método coadjuvante nos tratamentos e terapias de médicos, psicólogos, terapeutas holísticos, coaches etc. 

O que o trabalho destas profissões têm em comum? Dependendo do que está sendo feito, em algum grau, o resultado bem-sucedido depende de mudança de comportamentos. Aqui estão alguns exemplos:

Médicos:

  • O médico prescreve medicamento(s) e um padrão de tomá-lo(s). Se o paciente não tomar ou não seguir o padrão prescrito, o resultado será diferente ou inexistente.
  • Endocrinologistas  determinam dietas aos pacientes para seguir, mas eles não conseguem seguí-las
  • O paciente precisa parar com algum hábito prejudicial como por exemplo fumar.

Psicólogos:

  • Especialmente com a terapia comportamental cognitiva, quando a mudança de comportamento não pode ser tratada apenas pelo pensamento racional, por exemplo,  substituindo pensamentos negativos por positivos.

Coaches:

  • Os resultados reais em Coaching podem depender de aprender novas habilidades, criar novas condições, mas muitas vezes dependem de mudança de comportamento e aplicação de habilidades aprendidas.
  • Em geral, o Banco mental pode ser utilizado para superar a procrastinação.

Terapeutas Holísticos:

  • Como nos exemplos acima, pode haver a necessidade de mudança de comportamento para obter resultados ou maximar resultados, por exemplo parar de fumar, emagrecer, prática de execícios físicos,etc.

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Por que caminhar é bom para você

CaminharA vida sedentária está cada vez mais se tornando um problema. Trabalhamos na frente de computadores, assistimos TV e ficamos sentados, estudando e lendo. Assim, nos  tornamos propensos a continuar não movendo nossos corpos.

Junto com esta inatividade física nós adquirimos outros problemas de estilo de vida como dieta pobre e excesso de peso que também podem resultar em doença cardíaca, pressão arterial elevada e diabetes tipo 2. Caminhar demonstrou ser uma boa maneira de mitigar os efeitos da vida sedentária.

Segundo a Mayo Clinic (www.mayoclinic.com/health/walking/HQ01612) a  caminhada pode cortar sua linha da cintura e caminhadas ajudam  a:

• Baixar LDL (o colesterol “ruim”)
• Aumentar HDL (o colesterol “bom”)
• Reduzir sua pressão arterial
• Reduzir o risco ou controlar o diabetes tipo 2
• Gerenciar o seu peso
• Melhorar o seu humor
• Manter-se forte e em forma

Aqui alguns exemplos de pesquisas realizadas nesta linha: 

Níveis de açúcar no sangue: cientistas da Universidade de Missouri têm provado em um estudo de pesquisa que o açúcar no sangue disparou com mais facilidade após as refeições, mesmo em indivíduos saudáveis ​​que comem uma dieta saudável ​​em períodos de inatividade. Aparentemente, esta é uma reação natural do organismo à inatividade. Caminhadas podem ajudar a reduzir esses picos para reduzir o risco de diabetes tipo 2.

Pressão arterial: Resultados no Journal de Epidemiology and Community Health mostram que 30 minutos de caminhada três vezes ou mais por semana pode dimunuir a pressão arterial em até cinco pontos.

Gordura abdominal: um estudo publicado no Journal of the American Medical Association demonstrou que andar rápido é muito eficaz para reduzir a gordura abdominal profunda, o tipo mais perigoso de gordura. E um estudo feito na Universidade do Colorado mostrou que, se as pessoas caminhassem 2.000 passos mais por dia do que agora – cerca de 15 minutos a pé – elas podem não necessariamente perder peso, mas, provavelmente,  parar de ganhá-lo.

A parte difícil é implementar o novo hábito de caminhar em sua vida. O Banco Mental é uma ferramenta poderosa para  instalar mudança de hábitos, então venha fazer o próximo Workshop Banco Mental! Inscreva se aqui: http://loja.baixehipnose.com.br/o-banco-mental/workshop-banco-mental-27-de-abril-2013.html

Homeostase – a força que impede mudança

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Homeostase está presente em todos os sistemas biológicos e psicológicos, incluindo o corpo humano, grupos de pessoas, organizações, sistemas famíliares.Homeostase está presente  na mente humana.

No corpo humano, é o processo pelo qual o corpo tenta manter um estado de equilíbrio estável fisiológico. O corpo precisa manter a homeostase, para permanecer vivo. Exemplos simples disso são: sudorese para resfriar o corpo e manter a temperatura estável, tremor no frio para produzir movimentos musculares e aquecer o corpo.

Na psicologia é a tendência de um sistema a voltar ao que era. Isto é verdadeiro para famílias e grupos de pessoas que compartilham valores.

O interessante é que, mesmo a mente humana opera de acordo com o princípio da homeostase. Nosso programa subconsciente, o nossa roteiro da vida, as crenças que estão no subconsciente, são os modelos para comportamentos, o  que o indivíduo deve fazer. A mente subconsciente opera para nos proteger de acidentes e perigos quando não estamos prestando atenção conscientemente, para manter-nos vivos ou para nos proteger de traumas que não estão prontos para ser aceitos.

O problema é que nem  toda a programação (crença) na mente subconsciente é boa para você. Um exemplo disso seria alguém que come demais porque ele ou ela aprendeu quando criança  que tem que “comer tudo para que você possa crescer saudável e forte”. Isso pode ter servido na infância, mas agora pode  até ser  um risco de vida, mas mesmo assim, o subconsciente acredita que a pessoa precisa comer muito para se manter vivo. Até o momento que a crença subconsciente tiver sido substituída, ele vai reagir ao que já está lá e manter o comportamento como ele é (homeostase).

A hipnoterapia pode ser utilizada para vencer a homeostase, mas você pode colocar-se no controle utilizando o Banco Mental e ser bem sucedido em tudo o que você quiser.

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O lado negativo de afirmações positivas

o_lado_negativoÉ interessante para  um hipnoterapeuta com formação em hipnoterapia Kappasiniana como eu ler, que um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos descobriram que afirmações positivas podem não funcionar para todo mundo – até ter um lado negativo.

Dr. John Kappas, um gênio na área de comportamento subconsciente, definiu em 1967 a sua teoria de sugestibilidade, que exatamente explica que existem três tipos de sugestibilidade, e cada tipo recebe e interpreta “input” (informação escrita ou falada – sugestões) de um jeito particular. Isto também significa que afirmações nem sempre tem que ser diretas ou positivas – mas tem que ser alinhadas à sugestibilidade do indivíduo.

No artigo “O problema dos livros de auto-ajuda: O lado negativo de afirmações positivas” no site hypescience.com (fonte original sciencedaily.com – veja links abaixo)  diz que “Os psicólogos Joanne Wood e John Lee, da Universidade de Waterloo, e Elaine Perunovic, da Universidade de New Brunswick, no Canadá, descobriram que pessoas com a auto-estima baixa se sentem piores depois de repetir frases de auto-afirmação positivas”.  Eles concluíram que “ pensamentos positivos fora da realidade, como “eu me aceito completamente”, podem causar pensamentos contraditórios em pessoas com a auto-estima baixa. Estes pensamentos negativos podem, assim, sobrepor os pensamentos positivos. Os pesquisadores concluem no estudo que “A repetição de frases auto-afirmativas podem beneficiar algumas pessoas, mas produzem efeitos negativos naquelas pessoas que mais precisam do benefício”.

Veja também o artigo http://obancomental.com/2012/12/20/a-diferenca-entre-o-banco-mental-e-a-lei-da-atracao-2/ nesse Blog.

No método do Banco Mental de Dr. John Kappas, não existe este dilema por que, a Ideia de usar afirmações somente é uma pequena parte do processo e elas serão usadas numa maneira completamente diferente. No Workshop Banco Mental com o Hipnoterapeuta Kaj Vardinghus, cada participante descobre sua própria sugestibilidade e percebe que talvez não queira incluir afirmações no seu próprio Banco Mental.

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LINKS PARA OS ARTIGOS MENCIONADOS ACIMA:

Fonte original em inglês: http://www.sciencedaily.com/releases/2009/07/090702110503.htm

Artigo em português: http://hypescience.com/592891-o-problema-dos-livros-de-auto-ajuda-o-lado-negativo-de-afirmacoes-positivas/

Neuroglicopenia – Pesadelos, Fobia e a Síndrome de Estocolmo

Você come saudavelmente e com a frequência certa?fobia

Senão, deve começar a comer  com mais frequência para manter o nível de glicose no sangue estável (e comer direito). Eventos hipoglicêmicos são relacionados a vários distúrbios emocionais que afetam a nossa função executiva.

Quando o nível de glicose no sangue cai por causa de abuso de açúcar ou jejum prolongado, isto pode causar neuroglicopenia (falta de açúcar no cérebro) que causa disfunção dos neurônios.

Vamos ver três exemplos envolvendo neuroglicopenia a seguir:

Um exemplo, que quase todo mundo possa ter experimentado, é um pesadelo. Este pesadelo muitas vezes se apresenta como um sonho de estar “caindo”. Nem sempre pesadelos são causados pela falta de glicose.

Outro mal comum causado por um evento de neuroglicopenia, é o aparecimento de uma nova fobia de repente, como por exemplo, de “elevador” ou de “dirigir”. Se a neuroglicopenia acontecer na hora que está dentro do elevador, a mente associa o medo fisicamente induzido, com a situação e instantaneamente dessa maneira cria uma “fobia de elevador”.

Neuroglicopenia também esta envolvida na “Síndrome de Estocolmo”.  Mesmo que a “Síndrome de Estocolmo” é considerada um mecanismo de defesa na psicologia, a síndrome também envolve o elemento físico de neuroglicopenia. Para a “Síndrome de Estocolmo” aparecer em um individuo sequestrado, as seguintes condições emocionais e físicas precisam estar presentes:

Ameaça implícita ou real (inferida/imaginada ou “arma”)

Privação do sono

Isolamento de outros que podem validar a realidade

Falta de proteina (comer direito)

Assim,  todos nós somos possíveis vítimas simpatizadoras dos “sequestradores”

Fobias e a Síndrome de Estocolmo podem ser tratados com hipnoterapia.

É hora de tomar controle da sua vida e começar a comer direito para evitar, pelo menos, surgimento de novas fobias ou algo ainda pior com hipoglicemia. O Banco Mental é uma excelente ferramenta para mudar e controlar nossos comportamentos alimentares.

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Se eu quiser

Se eu quiser

Conheci muitas pessoas que, apesar de boa formação educacional, tiveram muito pouco sucesso – pessoas que construíram um conjunto de crenças limitantes que as fizeram se sentir vítimas do mundo. O psicólogo americano Julian B. Rotter chamou isto “lócus de controle externo”. Lócus significa lugar em latim.

Lócus de controle é definido como: “a expectativa do indivíduo sobre a medida que os seus resultados se encontram sob controle interno (esforço pessoal, competência, estudos etc.), ou externo (as outras pessoas, sorte, chance, etc.).

Externalidade ou internalidade estão associados à cultura social e familiar porque nós criamos a nossa programação (roteiro da vida) começando no dia que nós nascemos. Em culturas latinas a formação religiosa também tem grande influência nessa formação. Um exemplo disso é explícito na frase que eu ouvi desde que cheguei no Brasil: “Se Deus quiser” (sempre pensei “Mas é claro que Deus quer”).

As crenças foram criadas com muita facilidade na infância porque crianças têm ondas cerebrais mais lentas, como se estivessem em hipnose, e assim facilmente gravam o que escutam e pensam na mente subconsciente.

Quando nós ficamos estressados ou sobrecarregados mentalmente nós também ficamos receptivos a novas programações na subconsciente. Assim é fácil entender que se tivermos muito contato com outra pessoa (um chefe, parceiro etc.) que sempre nos desprezam, estamos criando novas crenças limitantes.

Uma pessoa com lócus de controle interno nunca duvida de sua capacidade de obter sucesso, mas a pessoa com lócus de controle externo sempre acha que a vida dela depende de algo externo.

A mente subconsciente não gosta do desconhecido – sempre quer ter um programa conhecido para seguir – e por isso podemos dizer que a mente guarda elementos conhecidos que seguem o princípio de PRAZER e DOR de Freud, onde o conhecido representa o prazer e o desconhecido representa a dor.

Mas não estamos condenados a falhar a vida inteira. Podemos fazer terapias com um hipnoterapeuta para mudar a nossa programação, ou ainda melhor, podemos tomar controle das nossas vidas através do Banco Mental. O Banco Mental não é pensamento positivo, não é magia mental e não é algo baseado em misticismo, mas um resultado do trabalho científico do famoso psicoterapeuta e hipnoterapeuta Dr. John Kappas que criou um método com próprio processo para ser executado 3-5 minutos todo dia.

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Aumente suas vendas com o Banco Mental

aumenta_vendasNão importa se você um vendedor ou um Gerente de Vendas com umaequipe de vendedores – o Banco mental pode ajudar você a aumentar os resultados!

Gastar apenas cinco minutos por dia com o Banco Mental vai disparar seus resultados em pouco tempo.

O Banco Mental é uma excelente ferramenta para remoção de bloqueios mentais e crenças limitantes, a fim de aumentar as vendas.

Em uma equipe de vendas, o Banco Mental abre para um diálogo sobre o que é difícil para cada vendedor na situação das vendas e os orçamentos e metas globais podem ser alinhados com os individuais.

Se você é um vendedor venha fazer o Workshop Banco Mental.

Se você é um gerente de vendas, você deve considerar integrar as estratégias do Banco Mental em sua empresa.

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Vença a sua dificuldade de aprender inglês com o Banco Mental

É obviamente impossível aprender algo que você não gosta ou com que você tem ansiedade ou medo e o resultado é inglêsprocrastinação.

Para muitos brasileiros, a aprendizagem de Inglês é um obstáculo quase impossível. As dificuldades são muitas vezes enraizadas na experiência inicial com a aprendizado de inglês na escola. Alguns alunos criam uma aversão contra a aprendizagem de línguas e, às vezes, a aversão transforma- se em ansiedade ou até mesmo medo de aprender um idioma.

Combinado com algumas sessões de hipnoterapia, o Banco Mental é uma excelente ferramenta para quebrar seus obstaculos à aprendizagem de um idioma e chegar lá.

Venha fazer o próximo workshop do Banco Mental.

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